Musicoterapia

♪♪ Musicoterapia é...

Um processo terapêutico onde clientes buscam alcançar objetivos no âmbito da saúde e bem-estar através de experiências musicais promovidas e assistidas por profissionais musicoterapeutas.

happy-handicapped-man-on-a-wheelchair-spending-time-with-friends-playing-live-instrumental-music-outdoors

♪♪ É diferente de aula de música...

Pois não se trata de um professor(a) ensinando um(a) aluno(a) a tocar ou cantar. Na verdade nas sessões de musicoterapia um(a) profissional musicoterapeuta acolhe e ajuda o(a) cliente e através de experiências musicais (vários ritmos, melodias, harmonias, vários instrumentos) na qual se desenvolve o processo musicoterapêutico de acordo com cada cliente e sua necessidade.

♪♪ O cliente não precisa saber tocar um instrumento...

O(a) musicoterapeuta utiliza instrumentos e a própria voz, bem como outros materiais de acordo com as possibilidades de cada cliente. O fazer musical na musicoterapia é diferente do fazer musical em aulas de música, portanto o olhar do musicoterapeuta tem um foco no objetivo terapêutico mediante a musicalidade e contexto de cada cliente independente do saber tocar/cantar.

Designed by Freepik

♪♪ Quanto aos instrumentos...

Depende dos objetivos definidos entre o(a) cliente e musicoterapeuta, mas é comum utilizar a própria voz, o corpo, instrumentos de cordas (ukulele, violão, harpa), teclados, percussão (tambores, cajon, pandeiro, triângulo), xilofone, escaleta, etc.

Também podem ser utilizados materiais complementares como caixas de som, computador, microfone, etc.

Inclusive os instrumentos podem variar de uma sessão para a outra, pois o(a) musicoterapeuta prepara o setting musicoterápico de acordo com cada sessão.

Instrumentos VS musicoterapia

Para crianças ou idosos?

O bem-estar (físico, mental, social, espiritual) é um anseio em todas as fases da vida! A forma com que a música interage com o ser humano torna possível sua utilização terapêutica em todas as idades.

... na gestação:

Seja uma gestação tranquila ou de alto risco, desde a concepção até o pós-parto a musicoterapia pode auxiliar na construção do vínculo mãe/bebê, no controle emocional, controle da ansiedade, estresse entre outras demandas nesta fase tão intensa da vida para a mãe, bebê e familiares.

O processo musicoterapêutico na gestação tem efeitos tanto para a mãe, quanto para o bebê a partir da fase em que o bebê começa a perceber estímulos sonoros/vibracionais.

O bebê pode se beneficiar tanto diretamente dos estímulos externos, quanto dos efeitos indiretos (benefícios que a mãe recebeu através da musicoterapia e impactam no bebê).

O canto e a composição são muito utilizados nesta fase e apresentam resultados excelentes.

... na infância:

Tenha alguma patologia  diagnosticada ou não, cada criança tem seu ritmo de desenvolvimento e pode apresentar sinais de que precisa uma ajuda a mais para desenvolver seus potenciais de acordo com sua faixa etária.

Uma variedade de elementos musicais (ritmos /andamentos variados, timbres diversos, sons graves, agudos, instrumentos de madeira/metal/plástico) permitem trabalhar tanto na estimulação/estimulação quanto na reabilitação.

... na adolescência:

Diversas experiências musicais dentro de um processo musicoterapêutico podem viabilizar o autoconhecimento e propiciar um ambiente seguro para que  se possa aprimorar aspectos da comunicação, interação social, controle emocional e uma diversidade de demandas nesta fase do desenvolvimento humano.

... na fase adulta

São diversas as demandas que podem ser acolhidas no processo musicoterapêutico na fase adulta a começar pelo autoconhecimento. O controle do estresse e equilíbrio emocional, além do benefício do bem-estar pessoal podem garantir uma melhor qualidade de vida em diversos aspectos desta fase da vida, seja no ambiente domiciliar ou profissional.

Na musicoterapia a identidade sensorial sonora de cada pessoa é avaliada e as músicas e experiências sonoras são trabalhadas dentro deste contexto, pois uma música que suscita bem-estar para uma pessoa pode evocar lembranças /emoções traumáticas /ruins para outra.

Por isso na musicoterapia, tudo que se promove, seja ritmo, seja uma escuta musical ou um tocar/cantar, está de acordo com o contexto sonoro do cliente/paciente.

Por este e outros motivos que a musicoterapia deve ser ofertada por profissionais musicoterapeutas devidamente habilitados(as).

... no envelhecimento

Existem muitas possibilidades musicoterapêuticas a serem exploradas para proporcionar um envelhecimento saudável sob vários aspectos (metal, emocional, físico, social) e que podem/devem ser usufruídos até mesmo antes dos 60 anos.

As experiências musicais ajudam a estimular, manter, e/ou reabilitar habilidades motoras, cognitivas, sociais e emocionais dentre outras.

Manter corpo e mente ativos e saudáveis através da música é fundamental para a preservação de memórias, autonomia e retardo no processo degenerativo natural.

... no fim da vida.

Seja uma passagem sem graves doenças, ou até mesmo um processo mais delicado como em cuidados paliativos, humanizar esta fase da vida tão importante amenizando a dor e o sofrimento através da musicoterapia é algo muito gratificante para o paciente e todos a sua volta.

@VS musicoterapia – Todos os direitos reservados